50% das famílias querem comprar imóvel: o que isso significa para o seguro residencial?

A intenção de compra de imóveis no Brasil alcançou 50% dos domicílios com renda acima de R$2,5 mil, segundo levantamento apresentado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), divulgado em matéria da InfoMoney. A entidade divulgou também os Indicadores Imobiliários Nacionais do 4º trimestre de 2025, que registram recordes em lançamentos e vendas de imóveis residenciais verticais ao longo do ano. Esses resultados apontam para um volume consistente de famílias engajadas na compra da casa própria. Para o corretor de seguros, esse fluxo abrange um conjunto extenso de situações em que a proteção do imóvel pode ser incorporada à decisão de compra. Ou seja: oportunidade de ampliar a carteira.
Transformar intenção de moradia em pauta imediata de proteção
A pesquisa mostra que 89% dos interessados buscam imóvel residencial para moradia, com preferência relevante por apartamentos. O foco está na residência principal, o que aproxima o debate do seguro residencial de questões cotidianas: proteção da estrutura, dos bens e das responsabilidades associadas ao uso do imóvel. Quando a compra tem finalidade de moradia, o contrato de seguro pode ser apresentado como parte do planejamento financeiro que acompanha financiamento, escritura e mudança. O imóvel se torna parte integrante do planejamento imediato da família, com datas, contratos e compromissos financeiros definidos e é aí que o corretor pode estruturar a conversa sobre proteção, ajustando capitais, coberturas e assistências à realidade daquele bem específico, considerando tipo de construção, localização, padrão do condomínio e perfil dos moradores.
Atuar no momento da decisão: inserir o seguro na etapa de fechamento do imóvel
Entre os que pretendem comprar, 35% querem fechar negócio em até um ano. A concentração no curto e médio prazos indica que parte expressiva das famílias já está em fase ativa de busca, negociação ou aprovação de crédito. Com esses dados, o corretor pode estruturar parcerias com imobiliárias, despachantes e correspondentes bancários, inserindo o seguro residencial na mesma etapa em que se discutem taxas, prazos e documentação. O efeito aparece na ampliação de pontos de contato com o cliente no momento em que ele está mais sensível a decisões que envolvem preservação patrimonial.
Ler as transições de vida como pontos de contato para orientação técnica
As motivações reforçam esse potencial. Entre os interessados, 32% querem sair do aluguel e 13% desejam deixar a casa dos pais. Outros citam mudança de localidade, casamento ou separação. Trata-se de situações de transição que mudam o orçamento, a rotina e as responsabilidades. No funcionamento diário do setor, o seguro residencial pode ser apresentado como instrumento de estabilidade: cobertura para danos elétricos após a mudança, proteção contra incêndio, assistência 24 horas para imprevistos iniciais de instalação. Nessas etapas de reorganização da vida, a aquisição do imóvel requer uma nova estrutura de despesas e responsabilidades. O corretor pode conduzir essa conversa de forma objetiva, relacionando mudanças como saída do aluguel, casamento ou mudança de cidade aos riscos envolvidos e às coberturas adequadas, transformando um momento de transição em decisão estruturada de proteção.
Revisar capitais e coberturas diante do upgrade de padrão
Há ainda 29% que buscam upgrade, seja por mais espaço, mais benefícios ou um imóvel mais novo. Nesse grupo, o debate envolve qualidade construtiva, equipamentos adicionais e maior valor dos bens. A questão envolve adequar capitais segurados e coberturas à nova realidade patrimonial. Um apartamento com área de lazer, suíte e garagem pode demandar proteção diferenciada para vidros, equipamentos ou responsabilidade civil familiar.
Quando o cliente decide trocar de imóvel para ganhar espaço, conforto ou infraestrutura, ele já reconhece que seu patrimônio mudou de patamar. Esse é um ponto sensível para o corretor retomar o contato, revisar a apólice anterior e propor uma atualização compatível com o novo padrão do bem, ampliando ticket médio e fortalecendo o vínculo consultivo em um momento em que o próprio cliente está disposto a ampliar despesas, inclusive com a segurança do seu novo bem.
Estruturar proteção para imóveis adquiridos como fonte de renda
O investimento aparece em 11% das intenções, majoritariamente para locação. O imóvel, descrito por Fábio Tadeu Araújo como ativo financeiro, abre espaço para outra abordagem: proteção contra danos que comprometam a renda do aluguel ou a integridade da unidade. Mesmo que essa fatia seja menor que a da moradia principal, ela mantém o seguro residencial como componente de gestão patrimonial.
Mesmo que essa fatia seja menor que a da moradia principal, ela mantém o seguro residencial como componente de gestão patrimonial. Quando o cliente declara que pretende alugar o imóvel ou preservá-lo como ativo, o corretor pode estruturar a conversa em torno da continuidade da renda e da preservação do capital investido, oferecendo coberturas que reduzam o impacto de danos estruturais, incêndios ou eventos que interrompam a locação e posicionando-se como parceiro recorrente na administração daquele patrimônio.
Manter presença contínua no ciclo imobiliário em expansão
Os números consolidados de 2025 fortalecem essa leitura. Foram 453.005 unidades lançadas no ano e 426.260 vendidas, com volume expressivo no 4º trimestre e expectativa de desempenho semelhante em 2026, segundo a CBIC. O mercado reagiu à demanda mesmo em ambiente de crédito mais caro. Esse movimento amplia a base de imóveis recém-adquiridos que entram em fase de ocupação. Para o corretor, a progressão de lançamentos e vendas sustenta a estratégia de presença constante junto a incorporadoras, síndicos e administradoras, mantendo o seguro residencial integrado ao ciclo imobiliário.
Campanha Ganho Extra Residencial da Tokio Marine para ampliar a carteira residencial
O aumento na base de novos proprietários permite ao corretor organizar uma estratégia direcionada ao seguro residencial.. A Campanha Ganho Extra Residencial, da Tokio Marine, propõe ao corretor ampliar a produção e obter remuneração adicional a partir do crescimento do prêmio emitido líquido da corretora.
A bonificação é automática e mensal, com 3% sobre o prêmio emitido ou comissão adicional, prevalecendo o maior valor. O produto reúne diferenciais como Assistência Pet, cobertura para alagamento, limpeza de placas solares e sorteio de R$10 mil para cliente e corretor. Com uma base ampliada de compradores entrando no mercado, o corretor pode estruturar metas internas, campanhas de indicação e abordagens alinhadas a imobiliárias e financiamentos, utilizando a Campanha Ganho Extra Residencial como instrumento para dar previsibilidade à receita e ampliar a carteira ativa no seguro residencial.
Aproveitar o aquecimento do mercado imobiliário
A combinação entre intenção recorde de compra e volume histórico de lançamentos e vendas indica manutenção do ritmo em 2026. Com esses dados, o corretor encontra uma base ampliada de novos proprietários em fase de financiamento, escritura e mudança, etapas em que decisões financeiras já estão sendo organizadas. Inserir o seguro residencial nesse planejamento permite ampliar capitais segurados, revisar coberturas e estabelecer contratos desde o início da posse. O aquecimento do mercado imobiliário, assim, se traduz em oportunidade concreta de expansão de carteira e fortalecimento da atuação consultiva no segmento residencial.




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