Inovação

SUTHUB inicia 2026 com foco em escala, inovação e expansão internacional

Após ampliar sua capacidade de execução em 2025, a empresa passa a operar projetos no Brasil, Europa e América Latina, combinando integração técnica, squads dedicadas e modelos de distribuição alinhados às jornadas de compra.
SUTHUB inicia 2026 com foco em escala, inovação e expansão internacional

A SUTHUB inicia 2026 apoiada em um conjunto de entregas que sustentam a força da sua atuação como fornecedora de infraestrutura e serviços para a distribuição digital de seguros. Após um ciclo marcado pela ampliação da capacidade técnica e pela validação de seu modelo em diferentes frentes, a empresa entra no novo ano com operação internacional ativa, estrutura dedicada a projetos sob medida e uso aplicado de inteligência artificial em fluxos comerciais e operacionais do setor. Esse conjunto de entregas indica uma nova etapa na trajetória da companhia, da fase de desenvolvimento de soluções para um estágio de execução em escala, com foco em replicabilidade, integração entre canais e sustentação de projetos ao longo do tempo.

“Chegamos a este início de ano com um modelo que já foi testado em escala e em contextos distintos.Hoje, conseguimos levar projetos do desenho à sustentação, em diferentes canais e mercados, com uma estrutura preparada para lidar com complexidade e continuidade”, afirmou Renato José Ferreira, CEO da companhia.

Estrutura de serviços ganha peso na operação

Entre os eixos dessa fase está a unidade Professional Services, incorporada à operação como estrutura dedicada a projetos sob medida, ela é capaz de atender projetos que exigem adaptação técnica, domínio regulatório e integração entre múltiplos sistemas. A estrutura opera com squads ajustáveis ao escopo de cada demanda e reúne desenvolvedores, arquitetos, especialistas em nuvem, segurança e profissionais com experiência prática em produtos como Vida, Auto, Massificados e Affinities.

Com mais de 300 projetos entregues, a proposta é atuar além do desenvolvimento inicial, acompanhando a entrada em produção e a sustentação das soluções. A lógica parte do reconhecimento de que iniciativas de tecnologia no setor de seguros raramente se encaixam em modelos padronizados e demandam proximidade com a realidade operacional de seguradoras, assistências e canais.

Framework orienta velocidade e continuidade das entregas

Integrado a essa estrutura, o framework SUTLAB organiza a atuação dos squads e introduz agentes de inteligência artificial em etapas como testes, refinamento técnico, segurança e operação assistida. O modelo permite reduzir prazos de desenvolvimento e, ao mesmo tempo, manter controle sobre qualidade técnica e conformidade regulatória desde as fases iniciais dos projetos.

No plano operacional, a combinação entre equipes especializadas e automação tem encurtado ciclos de entrega e facilitado ajustes após o go-live, um ponto sensível em ambientes que lidam com múltiplos produtos, regras de negócio e canais de distribuição.

Operação internacional começa com projetos ativos

A empresa está iniciando o ano com projetos em execução fora do Brasil. A operação internacional teve início em julho de 2025 e envolve Portugal, Espanha, Colômbia, Equador e Peru. Nesses mercados, a empresa atua na distribuição digital de produtos como seguro PET, Multirriscos Habitação, Acidentes Pessoais e Funeral, por meio de canais varejistas e bancários. Em Portugal, a companhia mantém presença jurídica e técnica própria e conta com parceria comercial com a consultoria local XPLOR, que apoia a articulação com seguradoras e canais da Península Ibérica. A expansão combina o uso da plataforma ZeroCode, voltada à criação de jornadas digitais integradas, com a atuação da área de Professional Services para adaptação regulatória e operacional a cada mercado.

Inteligência artificial aplicada à rotina do seguro

O uso de agentes de inteligência artificial passou a ocupar um papel mais concreto nas operações conduzidas pela empresa. Esses agentes atuam em fluxos de venda, atendimento e pós-venda, apoiando corretores e canais na consulta de informações, no entendimento de produtos e na execução de tarefas operacionais. A adoção ocorre de forma gradual e com delimitação clara de responsabilidades, preservando processos críticos de cálculo e decisão em sistemas específicos. O objetivo é ampliar eficiência e fluidez nas interações sem eliminar a supervisão humana, especialmente em produtos de maior complexidade.

Embedded insurance na operação da SUTHUB

A atuação da SUTHUB em modelos de embedded insurance também passa a ganhar maior densidade operacional nesse início de 2026. A partir de projetos em setores como varejo, automotivo, financeiro e marketplaces, a empresa tem concentrado esforços em integrar seguros a jornadas nas quais a proteção faz sentido econômico e funcional para o consumidor. Tudo parte da eliminação de fricções comuns a esse modelo — como jornadas desconectadas, ofertas fora de contexto e ausência de integração com sistemas financeiros e de gestão dos canais — e avança para uma abordagem baseada em simplicidade técnica, velocidade de habilitação e uso de dados ao longo da jornada. Combinando soluções LowCode e ZeroCode, a SUTHUB tem viabilizado a entrada de seguros em ambientes físicos e digitais em ciclos curtos, inclusive com reativação de oportunidades de venda fora do ponto inicial de decisão, como no pós-venda via WhatsApp. O foco, segundo a leitura operacional da empresa, está menos na ampliação indiscriminada do portfólio e mais na adequação do produto ao momento da compra, condição que tende a impactar diretamente taxas de conversão, percepção de valor e sustentabilidade do modelo embedded ao longo do tempo.

Um início de ano ancorado em entregas

Para 2026, a SUTHUB está se apoiando em uma base construída a partir de projetos entregues, operação internacional já ativa e uma estrutura voltada à continuidade das soluções. Em vez de concentrar esforços em lançamentos pontuais, a empresa direciona sua atuação para sustentar modelos de distribuição digital que consigam operar em diferentes contextos regulatórios, canais e geografias. Esse posicionamento reflete uma leitura pragmática do momento do setor de seguros, em que a digitalização passa a exigir execução consistente, integração técnica e capacidade de adaptação permanente.

Postado em
22/1/2026
 na categoria
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